VASOS QUEBRADOS

Era uma vez um depósito de vasos quebrados.
Ninguém se importava com eles. Eles mesmos não se importavam por estar quebrados, ao contrário, quanto mais quebrados ficavam, mais eram respeitados pelos outros.

Um dia, por engano, um vaso inteiro foi parar no meio dos vasos quebrados, mas, por ser diferente dos demais, de imediato ele foi rejeitado e hostilizado. Justo ele, que tinha uma necessidade miserável de ser aceito. 
Tentou se aproximar dos vasos menos danificados, aqueles que tinham apenas a boca rachada, mas, não deu certo. Depois, procurou se aproximar dos vasos que tinham apenas um pequeno furo na barriga, mas, também foi repelido. Tentou uma terceira vez, com os vasos que estavam trincados na base, mas, não adiantou.

Resolveu, então, arranjar umas brigas, esperando conseguir um ferimento, um risco, uma trinca ou, quem sabe, com um pouco de sorte, até um quebrado bacana, mas, naquele lugar, ninguém tinha força bastante para quebrar os outros. Se algum vaso quisesse se quebrar, tinha que fazer isso sozinho.
E foi isso mesmo que ele fez. E conseguiu o que queria, ser aceito no clube dos vasos quebrados.

Ficou feliz, realizado, mas, não por muito tempo, pois, logo começou a se incomodar com uma outra necessidade, a de ser respeitado pelos demais vasos quebrados.

Para isso, teve que ir-se quebrando. E se quebrou em tantos pedaços que voltou ao pó.
E deixou de ser vaso!



A ARTE DE DERRUBAR GIGANTES
PALAVRA DO PASTOR JORGE MANOEL
1º Samuel – 17 – :

Componentes desta história:

Golias – Um duelista, um profissional da guerra. Alguém extremamente forte. Sua armadura pesava uns 50 kg; e a ponta de sua lança uns 6 kg. Sua arrogância e desprezo pelos adversários eram marcas pessoais.

Saul – Rei de Israel. Homem que tinha sido ungido por Samuel e vinha caminhando a largos passos em direção a ruína.

Davi – Aquele que podemos definir como “a menina dos olhos de Deus”, foi um dos maiores vultos de todos os tempos. Contribuiu grandemente para a história de Israel, tanto política como espiritual. Pastor, músico, poeta, escritor de salmos, escudeiro, guerreiro valente e rei. Aqui, inicia-se sua vida pública. Não tinha mais do que 20 anos de idade, quando se vê diante de um dos maiores desafios de sua vida, derrubar um gigante!

Você já se deu conta que na vida nós enfrentamos gigantes desde muito cedo? Quem sabe você chegou aqui vivendo situações gigantescas na sua vida? Hoje você aprenderá passos práticos que o ajudarão a ter uma vida vitoriosa.

Bom… vamos examinar o contexto histórico da batalha:

Contexto Histórico:

- Inimigos e terríveis adversários de Israel.

- A história das lutas entre Israel e Filisteus.



Pontos a considerar:

1. Medo do Gigante.

- Algumas considerações sobre gigantes:

a) Gigantes nos amedrontam e assustam.

b) Gigantes são fatores que comumente imprimem em nossos corações a fia compreensão de que não passamos de meros gafanhotos.

Obs: Adolescentes muitas vezes são tomados por essa síndrome. Ex: sou feio, desajeitado, etc.

” O medo é o inicio da derrota”. (anônimo)

2. Incredulidade.

” Ora sem fé é impossível agradar a Deus.”

Confrontar: as atitudes dos espias: Josué e Calebe: Eia, subamos em nome do Senhor!!!

3. adiar o inadiável.

Ciclo da desesperança!

Atitudes de Davi:

1- Coragem e intrepidez.

2- Assumir a responsabilidade, ou seja, a responsabilidade é minha, não posso transfira-la a outro.

3- Fé – Deus já tinha estado com ele em situação similares onde fora obrigado a enfrentar inimigos maiores do que ele.

” fé é crer no que não vemos, e a recompensa dessa fé é ver o que cremos.” Agostinho

4- Ir contra os gigantes na força do nome de Senhor.

5- Ouvir a Deus e não gigantes.

6- Confiança exclusiva no Senhor.

7- Não ficar no meio do caminho. Correr, pegar da espada e cortar a cabeça do Gigante.

Talvez o seu gigante seja um pecado: Lembre-se corra pegue da espada e corte a cabeça do Gigante.



INIMIGO MEU

Conta-se que certo imperador, quando foi avisado a respeito de uma insurreição que estava se desenvolvendo em uma suas das províncias, disse aos seus chefe militares:

- Vamos. Sigam-me. Destruirei os meus inimigos imediatamente.

Quando chegaram ao lugar onde se encontravam os rebeldes, o imperador os tratou com tanta brandura e amabilidade que, em gratidão, todos se submeteram a ele voluntariamente.

Aqueles que compunham sua comitiva pensaram que ele ordenaria a imediata execução de todos os que haviam se rebelado contra o seu domínio, mas ficaram grandemente surpreendidos ao vê-lo tratando-os com tanto carinho e afeto. Intrigado com a “humilhante” atitude do soberano e julgando-o um quase covarde, um dos seus generais perguntou:

- É desta forma que Vossa Excelência cumpre sempre a sua ameaça? Não nos disse no início da caminhada que viríamos aqui para vê-lo destruir os seus inimigos? Ora, a única atitude que tomou foi a de anistiá-los com um gesto humanitário. É assim que Vossa Excelência pretende manter seu império, perdoando e premiando os rebeldes com carinho?

Depois de ouvir atenciosamente a censura do seu general, disse-lhe:

- Sim, lembro-me que prometi solene e decididamente destruir todos os meus inimigos. E agora eu lhe pergunto: você está vendo algum inimigo meu por aqui?

Pois não é contra carne e sangue que temos que lutar, mas sim contra os principados, contra as potestades, conta os príncipes do mundo destas trevas, contra as hostes espirituais da iniqüidade nas regiões celestes.

Efésios 6.12

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